25 de mar. de 2011

vivemos em tempos
de individualismo, prepotência
Egocentrismo!

Sonhar,
Chorar,
Amar
é brega!!

Ser sonhador e
querer o bem a todos
é sem graça...

Não me importa o que tenhas feito,
você é humano e podes ser bom
mesmo tendo feito algo ruim um
dia!

Debaixo destes olhares tristes,
destes risos sem graça escondidos por trás
de armas e drogas existem 
meninas e meninos sonhadores.

bregas como eu!!!

Apaixonados pela vida...

Pela bateria,
pelo berimbau
eles só querem mais tempo
pra viver
e amar
e sonhar
E dançar.

Patricia Romanha Morello
18/03/2011

23 de mar. de 2011

Pleno é sentir na pele o sabor do vento
e não deixar que arrogância dos estúpidos lhe tire
da serenidade!!!

Patricia Romanha Morello

5 de mar. de 2011

A Poesia e o Vento

A Poesia caiu das minhas mãos, mas não caiu no papel, caiu no chão! 

O Vento passou e... zapt... a levou para o céu! Nossa, como ela se assustou, mas de repente ela sentiu-se confiante, começou a apreciar a liberdade deliciosa, as paisagens incríveis e cheia de amor pelo Vento voou com ele, até que veio uma chuva torrencial e uma nuvem pesada do tipo Cumulus e derrubou a Poesia dentro do Mar.

Ah, como ela sofreu! Sentia saudades do vento, de voar com ele, das brincadeiras e cambalhotas que davam planando pela atmosfera.

O Mar assim todo bravo, quando percebeu o corpo estranho que havia caído nele tratou logo de querer jogá-la para a praia, mas ao sentir a Poesia toda delicada toda misteriosa e intensa foi logo se apaixonando por ela. 

Assim ele a arrastou por todos os lados mais belos de todos os oceanos, mas a Poesia vivia a procurar o Vento! Procurou nos corais, nos abismos, procurou até na boca do tubarão e nada do Vento, só um bafão muito ruim ela encontrou ali.

A Poesia disse para o Mar que ele era mesmo esplendoroso mesmo que fosse carrancudo às vezes, mas ela amava mesmo era o Vento, que era feliz e plena ao voar junto a ele e tocar a alma das pessoas. Neste momento, o Mar percebeu que de nada adiantava levar ela de um lado para o outro mostrando os paraísos que lhe pertenciam e disse:

 __ Vou te levar até a praia, lá você vai encontrar o seu amado Vento. 

E assim o fez. A poesia voltou a voar e conheceu a Lua, tão solitária que vivia triste, triste! Então a levou até a praia e chamou o mar que se encantou com o brilho da Lua, hoje podemos ver a Lua saindo de dentro do mar para iluminar as noites se olharmos bem pertinho da praia e podemos sentir a Poesia a nos tocar quando o Vento levemente acaricia nossa pele.

Patricia Romanha Morello

 


CHUVA Chuva que tanto esperávamos veio chegando, mansa, bem devagar, fazendo a grama e a semente brotar. É primavera,  João-de-barro  da lam...